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Polícia

Operação da PF no Maranhão tem desdobramento em empresas do Piauí

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (17) uma operação para desarticular um grupo suspeito de realizar a venda fictícia e superfaturada de materiais destinados ao combate à pandemia da Covid-19 no município de Pedreiras (MA). Ao todo, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão em  Teresina e nos municípios maranhenses de São Luís, Pedreiras, Bacabal e Timon.

Em Teresina, foram seis mandados cumpridos durante a operação, batizada de Arrivismo, e que também conta com a participação da Controladoria Geral da União (CGU). 

A investigação teve início a partir de informações produzidas pela Central de Operações Estaduais da Secretaria-Adjunta da Fazenda do Estado do Maranhão.

Informações iniciais apontavam para suposta simulação e superfaturamento na venda de vários insumos e materiais que deveriam ser utilizados no combate à pandemia, como aventais, máscaras, ventilador eletrônico e diversos litros de álcool em gel. 

Posteriormente, a pedido da Polícia Federal, a Controladoria-Geral da União reforçou os indícios anteriores e trouxe elementos indicadores de fraudes em pelo menos sete processos de dispensa de licitação do município de Pedreiras/MA. 

A partir dos dados fornecidas por esses órgãos, a Polícia Federal efetuou a análise de informações financeiras suspeitas constantes em extratos bancários e confirmou movimentações atípicas de pelo menos quatro empresas envolvidas, calculando prejuízos aos cofres públicos que chegam ao montante de R$ 706.678,34. 

O modus operandi utilizado pelo grupo criminoso consistia em realizar a combinação e montagem de diversos processos de dispensa de licitação, muito comuns durante a pandemia de covid-19, a fim de justificar a contratação de empresas específicas, beneficiando empresários e servidores públicos. 

Se confirmadas as suspeitas, os investigados poderão responder pelos crimes de fraude à licitação (Art. 90, da Lei n.º 8.666/93), peculato (Art. 312, do Código Penal), sonegação fiscal (Art. 1º, I e II, da Lei n.º 8.137/1990), lavagem de capitais (Art. 1º, da Lei n.º 9.613/1998) e associação criminosa (Art. 288, Código Penal), com penas que somadas podem chegar a 34 anos de prisão. 

Nome da operação 

A justificativa para o nome arrivismo se baseia na qualidade de uma pessoa arrivista, que faz tudo para obter sucesso não se importando com as consequências de seus atos. São pessoas oportunistas, calculistas, ambiciosas e gananciosas. O nome foi escolhido devido ao fato de as fraudes ocorrerem durante o pico da pandemia da covid-19 no Brasil, o que gerou uma oportunidade para os criminosos. 

Texto: Natanael Souza e Ascom PF

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Polícia

Monstro morde e sufoca criança durante assalto

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Já desceu para o Presídio de Pedrinhas, no Maranhão, o elemento Carlos Emanuel, preso na zona rural de São José dos Basílios, após sufocar e morder uma criança de 8 anos, durante um assalto.

O individuo disse, em depoimento, que sufocou a criança para que ela não gritasse durante um assalto na casa dela.

No assalto, o cara conseguiu roubar uma quantia em dinheiro. A criança estava sozinha em casa na hora do roubo.

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Polícia

MP recomenda políticas públicas inclusivas no combate ao crime

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O Ministério Público do Estado do Piauí (MPPI), por meio do Grupo de Atuação Especial de Controle Externo da Atividade Policial (GACEP) e das 48ª e 56ª Promotorias de Justiça de Teresina, na manhã da última segunda-feira (21), promoveu audiência pública para discutir o aumento da criminalidade e propor encaminhamentos sobre políticas públicas de segurança pública na zona sul de Teresina.

O Subprocurador-Geral de Justiça Administrativo do MPPI, Rodrigo Roppi, destacou a relevância da audiência pública, na medida em que promoveu o diálogo entre o Ministério Público, os representantes do Poder Público e a sociedade piauiense, a par do aumento da criminalidade que acomete a zona sul de Teresina-PI, mas também o estado do Piauí e o Brasil, como um todo. Na oportunidade, colocou os membros do MPPI à disposição, na condição de servidores públicos, para ouvirem as reclamações e manifestações da sociedade, e adotarem as providências que se fizerem necessárias, na sequência.

Com a palavra, a Coordenadora do GACEP, Fabrícia Barbosa, agradeceu às mais de 40 lideranças comunitárias presentes, aos membros do MPPI e aos representantes do Estado do Piauí, especialmente dos órgãos estaduais de segurança pública, do Município de Teresina, da Guarda Municipal de Teresina, do Tribunal de Justiça, do Tribunal de Contas do Estado, da Defensoria Pública e da Ordem dos Advogados do Brasil. Apresentou brevemente os fatos noticiados ao MPPI que ensejaram a instauração de procedimento administrativo no âmbito do GACEP, em auxílio à 56ª PJ de Teresina, quais sejam, o aumento da criminalidade na zona sul de Teresina e as condições precárias das unidades policiais da respectiva circunscrição, e que posteriormente também foi noticiada a desativação de posto da PMPI na Cerâmica Cil.

Na audiência pública, o Coordenador do Núcleo de Estatística Criminal da SSP-PI, Delegado João Marcelo Brasileiro, apresentou resumo descritivo da criminalidade na zona sul de Teresina, e destacou a preocupação da SSP-PI não só com a produção de dados e acompanhamento das estatísticas, mas também com a transparência junto à sociedade.

A Superintendente do Sistema de Gestão de Riscos da SSP-PI, Delegada Eugênia Villa, apresentou o projeto-piloto “SER PAZ”, em fase de implantação no bairro Parque Piauí, zona sul de Teresina, que consiste em política de proteção social balizada por parâmetros de alianças comunitárias com vistas à promoção da paz e inclusão social, acesso à cidadania, urbanismo social, cultura, arte, esporte, lazer e educação, entre outros bens da vida, por meio da prestação de serviços públicos de proteção social, especialmente para mulheres e reeducandos, além de medidas de proteção orgânica e valorização dos profissionais de segurança pública.

Por sua vez, os líderes comunitários e moradores dos bairros e comunidades da zona sul de Teresina relataram a rotina de violência na região e a existência de graves falhas no atendimento ao público em unidades da polícia civil da referida circunscrição, principalmente no âmbito da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM-SUL). Foram apontados, ainda, o baixo efetivo da PMPI, a falta de políticas públicas de segurança pública e de escolas, bem como a ausência de apoio do Poder Público a projetos e organizações sociais, e a desativação dos projetos “Cidadão mirim” e “Pelotão mirim”, como aspectos que contribuem para o aumento da criminalidade na região. Restou evidenciada, ainda, a subnotificação das ocorrências de crime na zona sul, especialmente de roubo e furto, inclusive em razão da dificuldade de acesso da população às unidades policiais da circunscrição, dos mencionados problemas no atendimento, e do desconhecimento da possibilidade de utilização de recursos como a Delegacia Virtual.

Ao final da audiência pública, entre outras deliberações, ficou definido que:

a) a Delegacia-Geral da Polícia Civil adotará as providências necessárias para a realização de cursos de capacitação permanente e continuada dos policiais civis lotados nas unidades situadas na zona sul de Teresina, de forma a garantir o atendimento imediato ao cidadão (art. 5º, inciso I, da Lei do Susp), com presteza, respeito e urbanidade, e o atendimento prioritário, qualificado e humanizado às pessoas em situação de vulnerabilidade (art. 5º, inciso X, da Lei do Susp);

b) o Comando-Geral da Polícia Militar adotará as providências necessárias para o reforço das ações de policiamento de proximidade nos bairros e comunidades da zona sul de Teresina, com foco na resolução de problemas (art. 5º, inciso XII, da Lei do Susp);

c) a Guarda Municipal de Teresina reforçará as ações de patrulhamento preventivo na zona sul de Teresina, especialmente nas imediações da quadra de esportes e da praça que divide os bairros Promorar I e II e da feirinha realizada na Avenida Transversal, com a finalidade de prevenir e inibir, pela presença e vigilância, bem como coibir infrações penais ou administrativas e atos infracionais que atentem contra os bens, serviços e instalações municipais (art. 5º, inciso II, do Estatuto Geral das Guardas Municipais);

d) a SSP-PI e a PCPI realizarão campanhas de conscientização e divulgação nos meios de comunicação e na internet, quanto à importância do registro de ocorrências criminais, com vistas à produção de estatísticas fidedignas, ao acompanhamento e à adoção de providências pelos órgãos de segurança pública para combater a criminalidade, e quanto aos procedimentos e recursos disponibilizados à população para esse fim, especialmente a Delegacia Virtual.

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Polícia

Cuidado com esse negócio de ‘zap zap’! Mulher esquartejada ao marcar encontro

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Uma mexicana de 51 anos viajou mais de 4.000 km, da Cidade do México até Lima, capital do Peru, para realizar o sonho de encontrar um homem que havia conhecido por meio de redes sociais. Blanca Arellano (foto acima), no entanto, acabou sendo sequestrada por uma quadrilha, morta e teve os órgãos arrancados. O corpo dela foi encontrado em uma praia na cidade litorânea de Huacho.

Após alguns meses de um namoro virtual, ela havia decidido conhecer pessoalmente o homem que se apresentou como Juan Pablo Jesús Villafuerte, de 37 anos. Em julho, Blanca decidiu fazer a viagem, encontrou o homem e mantinha contato com a família. Nas conversas, ela revelou que “desenvolveu sentimentos de amor” pelo homem.

No último contato que fez, por vídeo com a sobrinha Karla Arellano, no dia 7 de novembro, a mulher reiterou que estava tudo bem, comentando apenas que estaria “passando pelos testes de um relacionamento pessoal”. Semanas mais tarde, porém, a falta de retorno para os contatos feitos pela família levou Karla a buscar ajuda, inclusive em redes sociais.

“Nunca pensei que estaria nessa situação, mas hoje peço seu apoio para divulgar esse post e encontrar uma das pessoas mais queridas e importantes da minha vida. Minha tia Blanca Olivia Arellano Gutiérrez desapareceu na segunda-feira 07 de novembro no Peru. Tememos por sua vida”, dizia Karla em uma publicação.

Texto: Extra

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