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Polícia

Homem é condenado por perseguição e dano psicológico a ex e a sogra

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O juiz da Vara Única da Comarca de Miguel Alves, Danilo Melo de Sousa, sentenciou o réu A.C.S. à pena de um ano e sete meses de reclusão por perseguição (stalking), dano psicólogo e lesão corporal em contexto de violência doméstica contra a ex-companheira e a sogra.

O réu cumprirá o início da pena em regime semiaberto, com o direito de recorrer em liberdade, e pagará o valor de R$ 5.000 a cada uma das vítimas, a título de danos morais.

De acordo com os autos do processo, a vítima e ex-companheira do réu afirma que iniciou um relacionamento com o acusado em novembro de 2021. Relata que, no início, mantinham uma relação saudável, mas que, após perceber que estava grávida dele, notou a sua rápida e agressiva mudança.

Segundo a ex-companheira, após o anúncio da gravidez, as agressões passaram a fazer parte do cotidiano do casal, iniciando com um tapa (que fez A.C.S. pedir desculpa à companheira na época), e desencadeando em ameaças, agressões físicas e psicológicas.

Nesse contexto, a mãe da vítima teria pedido que o acusado saísse de suas vidas, entretanto, o réu continuava a rondar a residência da vítima, bem como jogava pedras em sua residência. Segundo ela, mesmo bloqueando o terminal telefônico do acusado, ele trocava de número e continuava tentar em contato com a vítima.

Ainda de acordo com a vítima, ela tentou reatar relações com o réu mais uma vez, após o mesmo pedido de perdão pelos atos cometidos anteriormente mas, depois um eventual dia com a família dele, foi espancada e ameaçada de morte pelo réu, por motivos de “ciúmes”.

Ainda segundo a vítima, o acusado chegou a parar a motocicleta em uma estrada para assassiná-la, mas ela conseguiu fugir e se abrigar na casa de um casal até a manhã seguinte, quando a levaram à casa de sua mãe.

Foi então que, em julho de 2022, a vítima conseguiu sair de casa e se deslocar até o hospital, após o reú ameaçá-la e à sua mãe, onde recebeu orientação para fugir para Teresina e registrar o boletim de ocorrência. As agressões sofridas pela vítima estão atestadas por laudo pericial acostado aos autos do processo.

A vítima ainda relata que o acusado já lhe encaminhou foto de arma, tipo revólver, ameaçando-a; ameaçou que colocaria nas redes sociais fotos íntimas de sua família; e que ele tinha um familiar ligado à polícia em outra cidade do Estado.

Texto: Guilherme Torres / Assessoria TJ-PI

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Polícia

Pancadaria dentro do Shopping Parnaíba, no litoral do Piauí

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 A Polícia Civil de Parnaíba, litoral do Piauí, deverá abrir inquérito para apurar uma pancadaria entre várias pessoas, ocorrida nesta sexta-feira (02/12/2022), na Praça de Alimentação do Shopping Parnaíba, localizado na Avenida Litorânea.

As pessoas envolvidas na pancadaria estavam assistindo ao jogo Brasil e Camarões. Faltando pouco mais de 6 minutos para terminar a partida (quando o Seleção Brasileira tomou o único gol da partida), os ânimos começaram a se alterar.

Foi só o árbitro apitar o final do jogo que o “pau comeu”. Foi gente brigando para todo lado. A confusão só parou quando os seguranças do estabelecimento interviram.

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Polícia

Corpo de homem encapuzado, pés e mãos amarrados é encontrado em Campo Maior

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Ocorpo de um homem não identificado, foi encontrado na tarde desta sexta-feira (02) com a cabeça encapuzada, os pés e as mãos amarradas na PI-215 entre Coivaras e Campo Maior (PI). 

Segundo informações, o corpo foi encontrado por populares por volta das 14h que logo acionaram a polícia para realizar o isolamento da área. 

Na região não tem marcas de sangue, que pode indicar que o corpo foi desovado no local. O IML foi acionado para fazer a perícia.

Texto: Campo Maior Em Foco

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Polícia

Condenado a 30 anos o ‘cabra’ que aplicou 6 facadas na ex

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O Ministério Público do Estado do Piauí, representado pelo Promotor de Justiça João Malato Neto, teve a tese ministerial acatada pelo Conselho de Sentença e conseguiu a condenação do réu Cleyton de Jesus Santos a 30 anos de reclusão em regime inicialmente fechado. O julgamento foi realizado na Comarca de Parnaíba nessa quinta-feira, 1º de dezembro. Após o júri, o réu foi encaminhado à penitenciária local.

Cleyton Santos foi julgado pelos crimes de violência psicológica contra a mulher (artigo 147-B, do Código Penal) e tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil, com emprego de meio cruel, utilizando-se do recurso que impossibilitou a defesa da vítima; por ter sido praticado por motivos de gênero (feminicídio); e praticado na presença de parentes da vítima (artigo 121, §2º, II, III, IV e VI e §2º-A, I e § 7º, III c.c artigo 14, II, todos do Código Penal).

Em setembro do ano passado, o acusado participou ativamente da tentativa de assassinato de Mônica Oliveira da Silva, sua ex-companheira, enquanto esta estava conversando com familiares em sua própria residência. A vítima foi surpreendida e violentamente atacada com seis facadas, desferidas à curta distância.

Consta dos autos que o condenado agiu após a vítima ter negado a reconciliação. Ele deslocou-se até a residência da vítima, armado com uma faca, pulou o muro do imóvel, aproximou-se de Mônica de surpresa e aplicou-lhe seis violentas facadas, atingindo-a na sua cabeça, mãos, braço e perna, quase ocasionando a morte dela.

Posteriormente, o acusado evadiu-se do local do fato e fugiu para Brasília, onde foi preso posteriormente.

“Esse crime, à época dos fatos, causou grande repercussão na sociedade de Parnaíba, em virtude de ter sido praticado na presença da genitora e da filha menor da vítima, onde a população clamava por justiça em virtude da violência e da covardia de mais um crime de feminicídio no Estado do Piauí”, diz o promotor João Malato Neto.

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