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Geral

Vacinação para criança de 6 meses com comorbidades começa hoje

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Começa a partir desta quarta-feira (16/11), em seis Unidades Básicas de Saúde (UBS) de Teresina, a vacinação contra a covid para crianças de seis meses a menores de três anos (dois anos, 11 meses e 29 dias) com comorbidades.

Para ter acesso à vacina, os pais devem marcar dia e hora previamente no site http://vacinaja.fms.pmt.pi.gov.br/ . Emanuelle Dias, coordenadora da campanha de vacinação em Teresina, informa que o sistema está disponível, desde ontem (14), para agendamento da população. “Estamos iniciando a vacinação com as crianças portadoras de comorbidades, conforme orientado pelo Ministério da Saúde”, reforça Emanuelle Dias.

A coordenadora orienta sobre a documentação que precisa ser levada: CPF ou Cartão do SUS, Cartão de Vacina e um laudo ou prescrição médica descrevendo a comorbidade entre as incluídas como prioritárias para vacinação contra a covid-19. “Também lembramos que, no momento da vacinação, as crianças devem estar acompanhadas dos pais ou responsáveis”, diz.

Eles serão imunizados com a vacina Pfizer infantil, em um esquema que contempla três doses. As duas doses iniciais devem ser administradas com quatro semanas de intervalo, seguidas por uma terceira dose administrada pelo menos oito semanas após a segunda dose.

O presidente da FMS, Gilberto Albuquerque, reforça a importância da vacinação deste público, evitando assim infecções pelo coronavírus, hospitalizações, síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e óbitos, além de complicações como a Síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica (SIM-P) e condições pós-covid-19.

Grupo de comorbidades incluídas como prioritárias para vacinação contra a covid-19.

Diabetes mellitus: Qualquer indivíduo com diabetes

Pneumopatias crônicas graves: Indivíduos com pneumopatias graves incluindo doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, fibroses pulmonares, pneumoconioses, displasia broncopulmonar e asma grave (uso recorrente de corticoides sistêmicos ou internação prévia por crise asmática ou uso de doses altas de corticóide inalatório e de um segundo medicamento de controle no ano anterior).

Hipertensão Arterial Resistente (HAR): HAR – Quando a pressão arterial (PA) permanece acima das metas recomendadas com o uso de três ou mais anti-hipertensivos de diferentes classes, em doses máximas preconizadas e toleradas, administradas com frequência, dosagem apropriada e comprovada adesão ou PA controlada em uso de quatro ou mais fármacos anti-hipertensivos

Hipertensão arterial estágio 3: PA sistólica ≥180mmHg e/ou diastólica ≥110mmHg independente da presença de lesão em órgão-alvo (LOA)

Hipertensão arterial estágios 1 e 2 com lesão em órgão-alvo: PA sistólica entre 140 e 179mmHg e/ou diastólica entre 90 e 109mmHg na presença de lesão em órgão-alvo.

Insuficiência cardíaca (IC): IC com fração de ejeção reduzida, intermediária ou preservada; em estágios B, C ou D, independente de classe funcional da New York Heart Association

Cor-pulmonale e Hipertensão pulmonar: Cor-pulmonale crônico, hipertensão pulmonar primária ou secundária

Cardiopatia hipertensiva: Cardiopatia hipertensiva (hipertrofia ventricular esquerda ou dilatação, sobrecarga atrial e ventricular, disfunção diastólica e/ou sistólica, lesões em outros órgãos-alvo)

Síndromes coronarianas Síndromes coronarianas crônicas (Angina Pectoris estável, cardiopatia isquêmica, pós Infarto Agudo do Miocárdio, outras)

Valvopatias: Lesões valvares com repercussão hemodinâmica ou sintomática ou com comprometimento miocárdico (estenose ou insuficiência aórtica; estenose ou insuficiência mitral; estenose ou insuficiência pulmonar; estenose ou insuficiência tricúspide, e outras)

Miocardiopatias e Pericardiopatias: Miocardiopatias de quaisquer etiologias ou fenótipos; pericardite crônica; cardiopatia reumática

Doenças da Aorta, dos Grandes Vasos e Fístulas arteriovenosas: Aneurismas, dissecções, hematomas da aorta e demais grandes vasos

Arritmias cardíacas: Arritmias cardíacas com importância clínica e/ou cardiopatia associada (fibrilação e flutter atriais; e outras)

Cardiopatias congênita: Cardiopatias congênitas com repercussão hemodinâmica, crises hipoxêmicas; insuficiência cardíaca; arritmias; comprometimento miocárdico.

Próteses valvares e Dispositivos cardíacos implantados: Portadores de próteses valvares biológicas ou mecânicas; e dispositivos cardíacos implantados (marca-passos, cardio desfibriladores, ressincronizadores, assistência circulatória de média e longa permanência)

Doenças neurológicas crônicas: Doença cerebrovascular (acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico; ataque isquêmico transitório; demência vascular); doenças neurológicas crônicas que impactem na função respiratória, indivíduos com paralisia cerebral, esclerose múltipla, e condições similares; doenças hereditárias e degenerativas do sistema nervoso ou muscular; deficiência neurológica grave.

Doença renal crônica: Doença renal crônica estágio 3 ou mais (taxa de filtração glomerular < 60 ml/min/1,73 m2) e/ou síndrome nefrótica.

Imunocomprometidos: Indivíduos transplantados de órgão sólido ou de medula óssea; pessoas vivendo com HIV; doenças inflamatórias imunomediadas em atividade e em uso de dose de prednisona ou equivalente > 10 mg/dia; demais indivíduos em uso de imunossupressores ou com imunodeficiências primárias; pacientes oncológicos que realizaram tratamento quimioterápico ou radioterápico nos últimos 6 meses; neoplasias hematológicas.

Hemoglobinopatias graves: Doença falciforme e talassemia maior

Obesidade mórbida: Índice de massa corpórea (IMC) ≥ 40

Síndrome de Down: Trissomia do cromossomo 21

Cirrose hepática: Cirrose hepática Child-Pugh A, B ou C

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Semec inicia entrega de auxílio alimentação para servidores

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Teve início na última sexta-feira (2) a entrega dos cartões auxílio alimentação para os servidores municipais efetivos e comissionados da Secretaria Municipal de Educação (SEMEC). A entrega acontece até o próximo sábado (10) e está sendo sistematizada por ordem alfabética.

Com os pontos de entregas localizados no auditório da Semec, Centro de Formação Professor Odilon Nunes (Cefor) e a Gerência Administrativa da Semec (Semec GA), os servidores têm das 8h às 17h, exceto em dias de jogos da seleção brasileira, onde o horário será até às 13h30 e no sábado até às 12h, para receber o seu benefício.

A diretora adjunta da Escola Municipal Murilo Braga, Camila Campelo, compareceu ao auditório da sede da Semec para receber o seu auxílio alimentação. Direito garantido por meio da lei Municipal de Nº 5.734, de 27 de Abril de 2022, onde foi instituiu o auxílio alimentação destinado aos servidores públicos municipais efetivos da ativa e comissionados da Administração Direta e Indireta do Poder Executivo Municipal.

Não possuem direito ao auxílio alimentação de acordo com Lei Municipal Nº5.734, de 27 de abril de 2022:
Servidores aposentados (inativos);

Professores temporários;

Servidores afastados em razão de aplicação de penalidade de suspensão em sindicância ou processo administrativo disciplinar;

Servidores em gozo de licenças com ou sem remuneração;

Servidor com falta injustificada;

Terceirizados;

Servidor cedido ou disposição para órgão ou entidade que não façam parte da estrutura organizacional do Poder Executivo Municipal.

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Projeto desenvolvido no Piauí é finalista de Prêmio Nacional de Sustentabilidade

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O Projeto Teresina Entre Rios, patrocinado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), está entre os finalistas para concorrer o Prêmio Braztoa de Sustentabilidade 2022/23. Os vencedores serão anunciados na noite deste sábado (3), em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. O projeto foi executado no período de abril a julho deste ano, e fomentou as práticas esportivas e culturais na capital piauiense, além de chamar a atenção dos teresinenses e turistas sobre a importância dos rios Poti e Parnaíba.

Ações de educação ambiental, fomento ao empreendedorismo e empoderamento social, capacitação profissional para o ecoturismo, geração de emprego e renda, valorização da cultura, artesanato local e o uso do rio de forma ética e responsável, foram as atividades que contribuíram para que o projeto chegasse à grande final.

Para o secretário de Estado do Turismo, Marcelo Costa, apoiar projetos importantes como esse é pensar no futuro, já que bons exemplos servem de inspiração. Ele deseja que os próximos gestores invistam em projetos voltados para práticas sustentáveis. “Estamos muito felizes. Me sinto orgulhoso e com a sensação de mais um dever cumprido em ter acreditado e ter contribuído com essa ideia tão bonita e importante que nos colocou nessa posição honrosa. O projeto é digno de aplausos e merece todo esse reconhecimento. Foi tratado do início ao fim com muita responsabilidade por todos os participantes. Certamente faz a diferença para o turismo brasileiro”, pontua o gestor.

Essa é a 10ª edição do prêmio e conta com três categorias, sendo elas: Operadoras associadas à Braztoa; parceiros de negócios; e parceiros institucionais. O processo de seleção levou em consideração o alinhamento envolvendo a ética; comprometimento; sustentabilidade econômica, sociocultural e ambiental; inovação; criatividade; dinamismo e resiliência.

“Poder estar aqui em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, como finalista desta importante premiação nacional, é motivo de muita felicidade para todos nós envolvidos com o Desafio Teresina Entre Rios. Há 10 anos, a Braztoa premia as melhores inciativas que fomentam as práticas do turismo sustentável no Brasil e o Piauí está presente pela primeira vez, neste importante evento. Chegar até aqui, já é uma grande vitória para todos nós“, comemora Luciano Uchôa, idealizador do projeto que concorre na categoria Parceiros de Negócios.

O Prêmio Braztoa de Sustentabilidade é promovido pela Associação Brasileira das Operadoras de Turismo e conta com apoios importantes, a exemplo da Organização das Nações Unidas (ONU).

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Cerca de 2,6 milhões de pessoas buscam trabalho há 2 anos ou mais no país

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Apenas seis unidades da federação acompanharam a redução registrada na taxa de desocupação no país no terceiro trimestre frente aos três meses anteriores. Enquanto o índice nacional recuou de 9,3% para 8,7% no período, 21 UFs permaneceram estáveis. Já na comparação interanual, com o mesmo trimestre do ano anterior, houve queda significativa da taxa de desocupação em todas as unidades da federação. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Trimestral, divulgada hoje (17) pelo IBGE.

“No segundo trimestre, a taxa de desocupação havia caído 1,8 ponto percentual, com disseminação da queda por 22 unidades da federação. Já no terceiro trimestre, a queda foi menos intensa, de 0,6 p.p., e isso repercutiu nos resultados locais, por estado”, explica a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.

As reduções na taxa na comparação com o trimestre anterior foram registradas por Paraná (-0,8 ponto percentual), Minas Gerais (-0,9 p.p.), Maranhão (-1,1 p.p.), Acre (-1,8 p.p.), Ceará (-1,8 p.p.) e Rondônia (-1,9 p.p.). Nessa mesma comparação, houve queda no indicador em todas as grandes regiões e o Nordeste se manteve com a maior taxa (12,0%). Entre os dez estados com maior taxa de desocupação, seis são dessa região.

Já as menores taxas de desocupação, no terceiro trimestre, ficaram com Rondônia (3,9%), Mato Grosso (3,8%) e Santa Catarina (3,8%). O Sul foi a região com a menor taxa (5,2%) e os seus três estados registraram percentuais abaixo da média nacional.

A taxa de informalidade registrada no país foi de 39,4% no terceiro trimestre. Os maiores percentuais estavam no Pará (60,5%), Maranhão (59,1%) e Amazonas (57,1%), estados onde a maioria dos ocupados estava em trabalhos informais. Já Santa Catarina (25,9%), Distrito Federal (29,8%) e São Paulo (30,6%) tinham as menores proporções.

“A taxa de informalidade apresentou queda para o total nacional, mas entre as maiores reduções nesse indicador se destacam Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Pernambuco e Rio Grande do Norte”, afirma Beringuy. Entre a população considerada informal estão os empregados domésticos e do setor privado sem carteira assinada, os empregadores e trabalhadores por conta própria sem CNPJ e trabalhadores familiares auxiliares.

No terceiro trimestre, apenas 25,3% dos trabalhadores domésticos do país tinham carteira assinada. Entre os empregados do setor privado, essa proporção era de 73,3%, com menores percentuais no Norte (57,7%) e no Nordeste (57,3%). Santa Catarina (88,4%), Rio Grande do Sul (81,3%) e São Paulo (81,2%) foram os estados com as maiores proporções. Já as menores foram Maranhão (47,0%), Piauí (48,5%) e Pará (50,3%).

“No Norte e Nordeste, as altas taxas de informalidade estão associadas à baixa cobertura de carteira assinada nas duas regiões”, diz a pesquisadora.

Cerca de 2,6 milhões buscam trabalho há dois anos ou mais no país

Em todo o país, 44,5% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho. Para 11,7%, a busca estava durando de um ano a menos de dois anos e para 27,2%, ou 2,6 milhões de desocupados, dois anos ou mais. Cerca de 16,6% estavam à procura de uma vaga há menos de um mês.

Mulheres, pretos e pardos seguem com desocupação acima da média nacional

Outro recorte da pesquisa mostra que a taxa de desocupação de homens (6,9%) continua abaixo do índice nacional (8,7%), enquanto a das mulheres segue bem acima (11,0%) no terceiro trimestre. “A taxa de desocupação caiu tanto entre os homens quanto entre as mulheres, mas a distância entre eles vem aumentando, com as mulheres tendo um percentual bem superior ao dos homens”, destaca Beringuy.

As taxas de desocupação de pretos (11,1%) e pardos (10,0%) também ficaram acima da média do país. Já a dos brancos segue abaixo: 6,8%.

Em relação ao nível de ocupação (percentual de pessoas em idade de trabalhar que estão efetivamente ocupadas), a proporção de homens era de 67,6%, enquanto a de mulheres era 47,5%. A maior diferença estava no Norte (24,7 p.p.).

Rendimento cresce em todas as regiões frente ao trimestre anterior

O rendimento médio mensal recebido pelos trabalhadores foi estimado em R$ 2.737 no terceiro trimestre, crescendo tanto frente aos três meses anteriores (R$2.640) quanto ao mesmo período do ano passado (R$2.670). Na comparação com o trimestre anterior, houve aumento em todas as regiões. Já em relação ao terceiro trimestre de 2021, só o Sul e o Centro-Oeste tiveram alta e as outras regiões se mantiveram estáveis.

“Nesse trimestre, houve crescimento de 3,7% no rendimento médio em comparação ao anterior. Na maioria das unidades da federação, houve tendência de expansão do rendimento, mas apenas oito tiveram crescimento estatisticamente significativo”, diz a coordenadora.

A massa de rendimento de todos os trabalhos foi de R$266,7 bilhões, um crescimento frente ao trimestre anterior (R$254,5 bilhões) e ao mesmo período do ano passado (R$242,7 bilhões).

Mais sobre a pesquisa

A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.

Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone a partir de 17 de março de 2020. Em julho de 2021, houve a volta da coleta de forma presencial. É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante. Consulte os dados da PNAD no Sidra.

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