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Polícia

Laudo aponta que criança morta em ritual de umbanda não estava grávida

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O caso da menor Wilkelly Cardozo ganhou um novo capitulo após o laudo do IML da cidade de Timon, Maranhão. A menina que morreu após um ritual de umbanda, em um possível aborto, não estava grávida, foi o que apontou a pericia do IML da cidade de Timon, para onde o corpo da criança foi levado após sua morte.

A Polícia Civil recebeu o laudo do corpo da adolescente, Wilkelly Cardozo, que morreu na zona rural de Joselândia, o que chamou atenção é a informação de que ela não estava grávida. Em decorrência do que apontou o laudo, o caso ganha outras proporções e muda bastante o curso das investigações, uma vez que passa de um duplo homicídio, para um homicídio simples. “não existindo o feto, então tem apenas a menina foi vítima de homicídio doloso; o rapaz de 22 anos, que estava sendo suspeito de ter engravidado a menor, também deve ser retirado do processo investigatório; já o ritual do aborto, onde foi apontado o suposto motivo que levou a morte da menor, esse sim continua sendo investigado” disse o invetigador da polícia civil.

Agora, vários agravantes nessas investigações deixaram de existir. A investigação vai tentar descobrir o que aconteceu naquela noite no interior de um salão de umbanda, que ocasionou a morte de uma criança de apenas 12 anos.

As informações da mãe e do Pai de Santo relataram que a menina estava grávida de um jovem também filho de santo; essa gravidez não seria aceitável nas leis daquela religião e por isso foi realizado um suposto ritual abortivo na menor. Ao ingerir ervas, ela passou mal, foi levada para o hospital, mas não resistiu e foi a óbito. A mãe da menor e o Pai de Santo estão custodiados em uma unidade prisional Pedrinhas em São Luís.

Fonte: Blog do Carlinhos

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